Pagar imposto é parte da rotina de qualquer empresa, mas pagar mais do que o necessário é um erro que acontece com muita frequência e quase sempre passa despercebido.
Muitos empresários acabam perdendo dinheiro todos os meses por falhas simples, classificações erradas ou enquadramentos mal definidos.
Com uma análise contábil mais estratégica, seria possível corrigir esses deslizes e economizar de forma legal e segura.
Veja a seguir os três erros mais comuns que fazem empresas pagarem mais impostos do que realmente precisam.
Índice
1. Classificações de NCM e CNAE erradas
A classificação fiscal da empresa é um dos pontos mais importantes da gestão tributária.
Quando os códigos de NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) ou CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) são definidos de forma incorreta, o resultado é simples: a empresa paga imposto a mais do que deveria.
Esses códigos determinam qual tributação se aplica sobre cada produto ou atividade.
Um erro na escolha ou na atualização dessas informações pode gerar diferenças significativas na carga tributária, além de aumentar o risco de inconsistências perante o Fisco.
Por isso, é essencial que o empresário tenha o acompanhamento de uma contabilidade que avalie e defina corretamente as classificações fiscais, garantindo conformidade e economia.
2. Regime Tributário incorreto
Outro deslize que custa caro é permanecer no regime tributário errado.
Muitos empreendedores escolhem o regime de forma automática, sem análise técnica, acreditando que o Simples Nacional é sempre a melhor opção. Mas nem sempre é.
Dependendo do faturamento, da margem de lucro e da natureza da operação, o Lucro Presumido ou o Lucro Real podem ser muito mais vantajosos.
Cada regime tem suas próprias regras, percentuais e formas de apuração — e é justamente por isso que uma decisão errada aqui pode gerar milhares de reais de prejuízo ao longo do ano.
Revisar o regime tributário com apoio contábil especializado é uma das formas mais eficazes de reduzir custos e otimizar resultados sem precisar aumentar o faturamento.
3. Não utilizar os benefícios fiscais disponíveis
Muitos empresários ainda deixam passar oportunidades por não conhecer os benefícios fiscais que existem para o seu segmento.
A legislação brasileira prevê incentivos, reduções e isenções que podem gerar economia significativa, mas boa parte das empresas simplesmente não aproveita.
Isso acontece porque a maioria das contabilidades se limita à parte operacional, sem atuar de forma consultiva.
Uma contabilidade moderna identifica quais benefícios se aplicam à sua atividade e orienta o melhor caminho para utilizar cada um deles, garantindo economia real e segurança fiscal.
Ignorar essas oportunidades é o mesmo que deixar dinheiro na mesa, e, em muitos casos, comprometer a competitividade do negócio.
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Reduzir impostos de forma inteligente não é milagre, é estratégia e análise.
Com o acompanhamento certo, é possível identificar erros de classificação, revisar o regime tributário e aplicar benefícios legais que fazem diferença no caixa da empresa.
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